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Quer saber como proteger e fazer crescer as suas poupanças?

Faça o download e leia “O Manual do Investidor Prudente” – Uma política de investimento orientada para o investidor defensivo

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O que vai encontrar no Manual do Investidor Prudente:

O Investidor Prudente é, por natureza, um investidor defensivo. A sua preocupação principal é a protecção da poupança, que o trabalho, as heranças e os empreendimentos ajudaram a formar.

Em 1984, Warren Buffett publicou um ensaio na revista The Magazine of Columbia Business School chamado “The Superinvestors of Graham-and-Doddsville”. Esse documento é um estudo fascinante de como os discípulos de Benjamin Graham (1894-1976) usaram os métodos do mestre para alcançar um
sucesso fenomenal no mercado de acções.

Há quem considere que tudo na Bolsa é especulação, que tudo isto não passa de um casino. Há também quem considere que especular é investir. Mas afinal, o que distingue esses dois termos?

Uma acção é um título que representa a propriedade de uma empresa. O investidor em acções é como um pequeno dono. Pelo menos, é assim que o Investidor Prudente as deve considerar, não como os especuladores, que as vêem como papéis a serem negociados (ou cotações com luzes e gráficos a piscar num ecrã).

Nos últimos milénios, várias moedas com estatuto de reserva faliram, mas o ouro manteve sempre a sua função

Benjamin Graham, o pai da análise de investimentos, recomendava a todos os investidores uma divisão das poupanças – repartindo o capital por (1) obrigações e (2) acções, numa proporção, um pouco arbitrária.

Todo o investidor que possua acções deve estar preparado para ver o valor delas oscilar ao longo dos anos, mesmo que tenham classificação de risco baixa. Muito embora a segurança do capital investido e dos dividendos possa ser inquestionável, o preço de mercado de uma acção de longo prazo pode variar amplamente em resposta às mudanças nas taxas de juro, inflação, etc. Perante a volatilidade das cotações, ele pode tomar duas atitudes possíveis –
antecipar o mercado (timing) ou precificá-lo (pricing).

O investidor Peter Lynch identificou, com maestria, o ADN das empresas em Bolsa, enquadrando-as em 6 categorias.

Antes deverá ter a perfeita noção do valor a alocar em cada empresa e no conjunto total da carteira – isto é algo subjectivo (deve partir da sua circunstância pessoal).

O processo de avaliação de um investimento deve começar com a análise dos activos e terminar com as perspectivas de crescimento. Dependendo do tipo de empresa, pode ser dada maior ou menor enfase a cada um dos elementos.

A realidade é incerta e vai certamente surpreender os accionistas ao longo da jornada de investimento. Qualquer ajuste ligeiro na margem de lucro, na taxa de crescimento, no custo de capital e nos múltiplos provoca, automaticamente, uma grande variação nos resultados

Investir não é uma ciência, mas uma arte ou técnica. Embora algumas fórmulas sejam necessárias para apoiar a avaliação dos papéis, o investimento em acções não é um mero exercício de cálculo numérico.

Uma das questões mais recorrentes que eu recebo dos leitores do Investidor Prudente é a seguinte:


“Devo fazer stock picking (escolher as acções) ou investir num fundo de mercado (ETF)?” 


Resposta preliminar: depende! Propor aqui uma solução imperativa para todos os casos, desconsiderando a circunstância pessoal de cada leitor, seria um erro. Mas vou indicar um caminho de discernimento, sem o qual o investidor jamais terá paz de espírito.

Mesmo uma estratégia de investimento que supere o mercado ao longo de 10 anos, pode não funcionar nos próximos 30, 40, 50, 100 anos.

Há 3 livros que gostaria de recomendar a todos os Investidores Prudentes. Um para investidores iniciantes, outro para intermediários e outro ainda para avançados.

Terá de fazer o download para saber.