O caminho fácil para investir com sucesso

Preservar o capital, gerar rendimento e crescer ao longo do tempo

Bem-vindo ao Investidor Prudente!

Nos próximos minutos ficará a conhecer a estratégia de investimento que está a proporcionar ótimos retornos a centenas de investidores portugueses. 

Fique atento que vamos desvendar tudo!

Para que também possa passar a ser um investidor confiante, conhecedor, seguro… numa palavra… PRUDENTE!

Vamos começar por divulgar a nossa fé inabalável nas ações – que são títulos que representam a propriedade das empresas – como o melhor instrumento financeiro de todos os tempos.

Esta “fé” não advém de algo místico, mas da história dos últimos 220 anos, que mostra a superioridade das ações relativamente às outras classes de ativos.

Este gráfico foi fotografado do livro Stocks for the Long Run, de Jeremy Siegel, e mostra a evolução das várias classes de ativos entre 1802 e 2012.

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$1 investido em ações em 1802 transformou-se em cerca de $930 mil em 2012.

E desde 2012 para cá o índice S&P500, que contém as 500 maiores empresas cotadas dos Estados Unidos, valorizou 239%, pelo que os $930 mil seriam agora $3,2 milhões.

Para comparação $1 investido em obrigações ter-se-ia transformado em $1.505 e $1 investido em Ouro seriam agora $3,21.

Tudo isto em termos reais, ou seja, depois de retirada a inflação.

O pior investimento de todos, o mais miserável de todos, é mesmo deixar o dinheiro em… dinheiro.

Nesse caso o dinheiro vai perdendo poder de compra – por causa da inflação – e $1 em 1802 vale cerca de 4 cêntimos agora, ou seja, desvalorizou 96%.

Em termos anualizados e novamente reais, ou seja, já tendo sido descontada a inflação, as ações deram um retorno médio anual de 6,7%, as obrigações de 3,5%, as bills que são títulos de dívida de curto prazo deram 2,7%, o Ouro deu 0,6% e finalmente o dólar norte-americano desvalorizou 1,4% ao ano, que foi a taxa de inflação média no período considerado.

Deste gráfico ressaltam duas conclusões:

– É praticamente obrigatório investir

– Investindo, o melhor ativo são as ações

Partindo então do princípio que se vai investir em ações existem inúmeras estratégias que poderão ser aplicadas.

E cada estratégia terá o seu retorno médio anual em termos de longo prazo.

A questão é que a escolha da estratégia não é indiferente, porque há estratégias que são economicamente mais racionais e que proporcionam retornos mais elevados do que outras.

E é completamente diferente ter um retorno médio anual de 6% ou de 12%… não tem nada a ver…

Vejamos então um gráfico que mostra a evolução do capital, por exemplo de 25 mil euros, se for a crescer 6% ou a crescer 12%, ao longo de 30 anos de investimento:

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No caso dos 6% o investimento inicial de 25 mil euros transforma-se em 143.587 €.

No caso dos 12% o investimento inicial de 25 mil euros transforma-se em 748.998 €, ou cinco vezes mais!

Se o seu objetivo for obter um retorno médio anual em torno dos 6% tem a tarefa muito facilitada, bastar-lhe-á comprar um ETF do índice S&P 500 que em princípio obterá mais ou menos esse retorno.

Mas se o seu objetivo for obter um retorno médio anual em torno de 12% – que será cinco vezes mais compensador – já terá uma série de dificuldades e problemas.

A primeira dificuldade vai ser controlar o risco.

Na ânsia de obter um retorno superior poderá desviar-se das ações para outros produtos financeiros alavancados, como por exemplo CFDs, futuros, opções, warrants, etc que invariavelmente levam à falência dos investidores.

A segunda dificuldade é que o seu intermediário financeiro, seja um banco ou uma corretora, não terá um modelo de negócio alinhado com os seus interesses.

Os investidores querem investir em ações sólidas, boas pagadoras de dividendos e com potencial de valorização enquanto que o que os bancos e corretoras querem é que os clientes estejam sempre a comprar e a vender, para gerarem mais comissões de transação.

Ora, não há motivos economicamente racionais para andar sempre a comprar e a vender as ações de boas empresas, que produzam bons rendimentos.

O terceiro problema é que, a não ser que queira gastar 25 mil euros por ano no Bloomberg ou Refinitiv, não terá acesso a boas fontes de informação financeira, que ajudam bastante na produção de análises a ações.

Não tendo estes serviços terá de recorrer aos relatórios e contas das empresas, preferencialmente de bastantes anos anteriores, para estabelecer tendências e isso fará com que cada análise a cada ação lhe vá levar umas 6 a 8 horas do seu tempo.

Isto partindo do pressuposto que tem conhecimentos para analisar ações e a maior parte dos investidores particulares, seja porque não se especializou na área financeira, seja porque não se interessa suficientemente pelo tema, não tem esses conhecimentos.

À partida todos estes problemas são ultrapassáveis, a questão é se quer mesmo ultrapassá-los?

É que depois vai ter de passar umas 6 horas por dia a analisar ações porque a teoria só não chega, é necessário aplicá-la a cada ação específica para ver se se trata de um investimento atrativo ou não.

A melhor solução seria delegar este trabalho em quem tem muitos anos de experiência. A quem tem acesso às ferramentas de informação financeira. A quem tem conhecimento teórico e prático para analisar ações específicas.

E especialmente a quem se dedique a esta tarefa a tempo inteiro.

Esse alguém é o Investidor Prudente!

Deixe-me apresentar-lho.

O caminho fácil para investir com sucesso 1 | Investidor Prudente

Quem é o Investidor Prudente?

O Investidor Prudente chama-se Hélder Pereira, é licenciado em Contabilidade e em Direito e tem mais de 20 anos de experiência em investimentos no mercado de ações.

Os seus mestres são Benjamin Graham, Warren Buffett, Peter Lynch, Terry Smith, entre outros.

Leu mais de uma centena de livros sobre investimentos em ações, um conhecimento que continua a atualizar e acumular.

E sobretudo já publicou mais de seiscentas análises a ações específicas no Investidor Prudente, demonstrando uma dedicação, consistência e rigor excecionais.

O Hélder vive em Braga com a sua mulher e dois filhos.

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O Investidor Prudente só analisa e investe em empresas grandes à escala da Bolsa.

E por “grande” quer dizer que são empresas com um valor de mercado superior a 10 mil milhões, sejam dólares ou euros.

Desta forma excluí todas as empresas que, por serem pequenas, são mais arriscadas.

Outra caraterística muito importante para o Investidor Prudente é a longevidade das empresas.

Uma empresa boa tem de ter mostrado resiliência através de vários ciclos económicos… tem de ser uma empresa experiente.

Isto significa que praticamente todos os IPOs recentes são excluídos. Esta é uma boa exclusão porque a maioria das empresas são vendidas caras no IPO.

Em termos gerais o Investidor Prudente só considera empresas com um mínimo de 5 anos de história na Bolsa.

Desta forma evita todas as “novidades” e modas passageiras que normalmente causam um grande dano na performance dos investidores.

Uma boa empresa tem de ter barreiras à entrada de concorrentes.

Tem de ter um moat, ou fosso em português, à volta do seu castelo.

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Isto porque só assim poderá defender as suas margens e criar um grande valor para os acionistas em termos de longo prazo.

Exemplos de barreiras à entrada de concorrentes serão marcas muito reconhecidas e valorizadas pelos consumidores… ou patentes que defendam a sua propriedade intelectual… ou localizações exclusivas em zonas premium de consumo… ou processos de fabrico dificilmente replicáveis… ou tecnologias inovadoras e inacessíveis para as outras empresas.

Uma empresa boa também tem de ter um Balanço saudável, capaz de aguentar uma série de adversidades.

Um Balanço saudável é o de uma empresa pouco endividada, ou em que o pagamento da sua dívida esteja bastante assegurado.

O Investidor Prudente utiliza uma série de indicadores para avaliar a qualidade de um Balanço, sendo que um dos mais importantes é o rácio Net Debt to EBITDA.

É necessário avaliar não apenas o seu estado atual, mas a tendência de longo prazo.

E como diria o Investidor Prudente: “não basta saber os números… é preciso compreender de onde é que eles vêm”.

O Investidor Prudente emprega vários métodos para avaliar a qualidade de uma empresa, mas se quisermos destacar dois, seriam o indicador Return On Capital Employed (ROCE) e as várias margens de lucro.

A fórmula do Return On Capital Employed é:

  • ROCE = EBIT / (Total Assets – Total Current Liabilities)

EBIT significa Earnings Before Interest and Taxes e é próximo ao resultado operacional. Total Assets é o Ativo Total. E Total Current Liabilities é o Passivo de Curto Prazo.

O ROCE mede a rentabilidade que a empresa consegue obter com os seus ativos.

Novamente, com este e com todos os indicadores, não basta conhecer o número atual. É necessário enquadrá-lo na sua tendência histórica e também perceber quais são os fatores subjacentes que explicam os seus valores.

As margens também são muito utilizadas pelo Investidor Prudente (essencialmente, em todas as análises) para averiguar se um negócio tem qualidade ou não.

Naturalmente, um negócio de qualidade terá barreiras à entrada elevadas, o que lhe permitirá ter margens elevadas. Por “margens” queremos dizer a margem bruta, a margem EBITDA, a margem operacional e a margem líquida.

As margens indicam-nos a percentagem das vendas que se transforma em lucro da empresa.

O cálculo das várias margens é importante, mas no final das contas a margem que interessará mais aos investidores será mesmo a margem líquida, pois será do lucro líquido que serão pagos os dividendos!

Para o Investidor Prudente considerar investir numa determinada empresa, essa empresa já tem de estar num nível de desenvolvimento que lhe permita remunerar os seus acionistas.

E como é que as empresas remuneram os seus acionistas?

Através de duas formas, pagando dividendos e/ou comprando ações próprias.

Os dividendos saem das contas das empresas e entram na conta dos acionistas. E qualquer um que compre ações passa a ser acionista e a receber periodicamente os dividendos.

Os dividendos podem ser trimestrais, semestrais ou anuais.

Tipicamente o Investidor Prudente exclui da sua lista de possibilidades as empresas que não pagam dividendos.

A segunda forma que as empresas têm de remunerar os acionistas é comprando ações próprias.

Quando as empresas compram ações próprias isso causa uma série de efeitos:

  • O n.º de ações em que se divide o capital da empresa diminui, o que faz aumentar a percentagem que cada acionista tem da empresa
  • A procura da empresa pelas suas próprias ações aumenta a procura no mercado o que poderá contribuir para elevar a cotação das ações
  • Com menos ações emitidas o Earnings Per Share, ou Lucro Por Ação, aumenta e esse aumento é visto como atrativo pelos investidores.

É natural que as ações de uma empresa que lucra mais por ação valham mais do que outras.

Quando a empresa compra ações próprias o acionista que pretenda obter rendimento poderá vender uma parte das suas ações e mesmo assim não diminuir a sua posição na empresa.

Por exemplo, se a empresa comprar 5% das suas ações e o acionista vender 5% da sua posição (para obter rendimento), o acionista continuará a deter a mesma percentagem do capital da empresa que detinha antes.

É devido a esta possibilidade que a compra de ações próprias por parte das empresas é vista, pelo Investidor Prudente, como uma remuneração aos acionistas.

Havendo duas formas de as empresas remunerarem os seus acionistas, como calcular objetivamente qual é o nível de remuneração?

O Investidor Prudente inventou uma fórmula genial, que se chama Net Payout Yield:

Net Payout Yield = (Dividendo por Ação + Compras Líquidas de Ações Próprias por Ação) / Cotação

De notar que são “compras líquidas”, ou seja, às compras de ações próprias são descontadas as ações emitidas.

Acontece bastante uma empresa comprar ações próprias, mas essa é apenas uma forma de compensar os acionistas pelas ações que a empresa emite para remunerar os seus trabalhadores.

Neste caso, se as ações próprias compradas forem em igual número às ações emitidas, as compras líquidas de ações próprias serão zero e apenas os dividendos serão contabilizados no cálculo do Net Payout Yield.

Naturalmente também há empresas que compram muito mais ações próprias do que aquelas que emitem e nesse caso as compras líquidas de ações próprias serão positivas e contribuirão positivamente para o Net Payout Yield.

Mas como saber se uma ação está cara ou barata?

Como é evidente existem muitos indicadores que ajudam a responder a esta questão, como por exemplo o Price to Sales Ratio, o Price to Earnings Ratio, o EV/EBITDA, etc e o Investidor Prudente considera todos estes indicadores, mas aquele a que dá mais relevância é mesmo o…

Net Payout Yield!

O Investidor Prudente exige que o Net Payout Yield seja superior a 4% e ficará bastante mais atraído se for superior a 6%.

Estes níveis de Payout Yields acima da média encontram-se em boas empresas que, por qualquer motivo, veem a cotação das suas ações descer significativamente, tornando-as subavaliadas.

É nessa altura que o Investidor Prudente gosta de as comprar, quando as ações de uma boa empresa vêm abaixo… porque se a empresa é boa elas voltam a subir!

Ao comprar ações de empresas boas, que produzem bons rendimentos e ainda por cima a bons preços o Investidor Prudente consegue bater o mercado em geral de forma confortável, como veremos mais adiante.

Para além de beneficiar do recebimento de dividendos e/ou de ser remunerado pelas compras de ações próprias, ao comprar estas ações com desconto, o Investidor Prudente beneficia da recuperação da cotação nos meses/anos seguintes.

É um triplo efeito que lhe dá muitas garantias de outperformance face ao mercado em geral.

E a outperformance vale Ouro, como pôde ver no gráfico que mostrou a diferença entre ganhar 6% e 12% ao ano.

O Investidor Prudente é o seu analista de ações profissional a tempo inteiro.

Passa o dia a analisar ações para si.

O Investidor Prudente presta-lhe informação condensada e cuidada para que possa tomar decisões mais informadas e conhecedoras no mercado de ações.

Para que possa tomar decisões economicamente racionais, em que a relação entre a rentabilidade esperada e o risco estão a seu favor.

Mas a decisão final será sempre sua.

Cada um é que sabe o que faz (ou não faz) com a informação que é prestada no Investidor Prudente.

E cada um terá o seu intermediário financeiro, banco ou corretora, através do qual compra e vende ações no mercado real.

O Investidor Prudente não é um intermediário financeiro e não gere carteiras de investidores. Nunca o Investidor Prudente recebeu dinheiro de investidores para investir.

Não é isso que o Investidor Prudente faz.

O que o Investidor Prudente faz é analisar ações e escolher aquelas que, no seu entender, na aplicação do seu método de análise, considera que são as mais atrativas para investimentos a médio/longo prazo.

Depois fica ao critério de cada leitor se compra ou não compra as ações selecionadas.

Para servir dois propósitos o Investidor Prudente publica uma análise por dia útil, sempre por volta das 11:30.

Os dois propósitos são:

– Dar a conhecer mais uma empresa que poderá ser alvo de investimento

– Mostrar que o trabalho diário está a ser feito

Este 2º propósito é importante porque dá confiança aos investidores e com a confiança… vem a segurança.

Confiança e segurança que o trabalho está a ser feito.

Não é como nos fundos de investimento em que a situação é completamente opaca. Num fundo de investimento os investidores não sabem se os gestores estão efetivamente a analisar ações ou se estão a jogar às cartas, à espera que o tempo melhore.

No Investidor Prudente o trabalho é feito de forma diária, de forma consistente, de forma profissional e empenhada.

E esse trabalho é mostrado diariamente aos investidores, para que o possam avaliar.

De todo este trabalho diário surge a cereja no topo do bolo, que é a Ação do Mês!

A Ação do Mês é divulgada sempre no primeiro dia útil de cada mês, novamente pelas 11:30.

A Ação do Mês é aquela que, de entre todas as centenas de ações que já foram analisadas, se apresenta como a mais atrativa aos olhos informados e conhecedores do Investidor Prudente.

Cada investidor pode optar por comprar a Ação do Mês através do seu intermediário financeiro e desta forma investir nas melhores ideias do Investidor Prudente.

Quanto tempo é que levará a ler a análise justificativa da Ação do Mês e depois, se considerar acertado, efetuar a transação no seu intermediário financeiro?

Não mais de 15 minutos por mês.

Ou seja, enquanto o Investidor Prudente tem de trabalhar umas 170 horas por mês (comprovadas pela apresentação do trabalho da análise diária) para lhe apresentar essa que é a sua melhor ideia, o investidor só precisa de 15 minutos por mês para obter todos os benefícios desse trabalho.

É uma genial delegação do trabalho!

Como disse as análises são publicadas aos dias úteis pelas 11:30 no site do Investidor Prudente.

Para que os investidores não tenham de estar a fazer refresh no site – o que tenho a certeza que todos farão – afinal, o que poderá ser mais interessante que ler análises a ações?

Voltando ao que estava a dizer, para que os investidores não tenham de estar a fazer refresh no site, sempre que é publicada uma análise saem automaticamente duas notificações:

Notificação A – E-mail para a caixa de correio de cada Subscritor do Investidor Prudente

Notificação B – Para um grupo do Telegram exclusivo para subscritores do Investidor Prudente. Este grupo só serve para receber a notificação de que uma análise foi publicada, não serve para conversar, senão seriam demasiadas notificações

Um dos objetivos do Investidor Prudente é tornar a vida dos investidores mais fácil, não é inundá-los com informação.

Informação há muita, mas serviços como o do Investidor Prudente só há um!

O Investidor Prudente teve início em meados de 2021 e publicou a primeiríssima Ação do Mês no dia 1 de setembro de 2021.

Desde então e até ao dia 22 de março de 2024, foram escolhidas 31 Ações do Mês, sendo que duas já foram vendidas.

A 3M foi vendida com uma menos-valia de 1,6% e a Meta Platforms foi vendida com uma mais-valia de 229%.

Isto significa que estão abertas posições em 29 Ações do Mês.

E o máximo é 30.

Isto porque com 30 ações o risco específico já estará bastante diluído e não haverá grande benefício em diversificar mais.

Então o que é que vai acontecer quando, em maio de 2024, o Investidor Prudente for escolher aquela que seria a 31ª Ação do Mês?

duas opções:

A – A 31ª Ação do Mês poderá ser repetida, no sentido de haver um reforço numa Ação do Mês do passado que continua muitíssimo atrativa;

B – Se a 31ª Ação do Mês for uma ação nova, nesse caso o Investidor Prudente escolherá, das 30 Ações do Mês existentes, aquela que lhe dá menos garantias de outperformance e essa ação abandonará o lote das 30 ações preferidas para investimentos de longo prazo.

Mas claro que a decisão final sobre cada investimento caberá a cada Subscritor individual, que poderá naturalmente optar por manter as suas ações durante o tempo que entender.

O Investidor Prudente não pretende substituir o poder de julgamento e decisão dos seus Subscritores. Apenas pretende ajudá-los a tomarem decisões mais informadas e economicamente racionais.

E agora uma questão muito importante que certamente estará no pensamento dos investidores que estão a ver esta apresentação:  

Qual é que tem sido a performance das Ações do Mês? Qual é o track record deste serviço?

Novamente, ao dia 22 de março de 2024, o retorno médio anual que tem sido proporcionado pelo investimento nas Ações do Mês é de…

Retorno Ação Mês

…14,7%, o que compara com uma subida do índice MSCI World de 8,8% no mesmo período.

Antes de prosseguir quero apenas ressalvar que resultados passados não são garantia de resultados futuros.

Mas vejamos qual é a diferença entre aqueles dois retornos médios anuais ao longo de 30 anos:

Retorno 8 vs 14 acoes vs indices

Como se pode ver no gráfico, para um capital inicial de 25 mil euros (sem reforços), a diferença é enorme.

Essencialmente, se as tendências continuarem, investir nas Ações do Mês do Investidor Prudente dará um resultado quase cinco vezes superior ao investimento num índice que replique a performance dos mercados acionistas globais.

Ao princípio não se veem grandes diferenças, mas com o passar dos anos a diferença vai sendo cada vez maior… como é óbvio o efeito multiplicador do juro composto é mais elevado quando a taxa de juro, ou neste caso, a taxa de retorno, é mais elevada.

Para quem não é o Investidor Prudente

Para quem é o Investidor Prudente

Se fosse contratar um analista de ações a tempo inteiro para trabalhar para si, com a experiência e track record do Investidor Prudente, isso custar-lhe-ia uns 70.000 euros por ano.

Se fosse subscrever serviços de informação financeira como a Bloomberg ou a Refinitiv isso iria custar-lhe uns 25.000 euros por ano.

E ainda teria de produzir as análises!

Mas pode obter o mesmo benefício por uma fração daquele custo subscrevendo o Investidor Prudente.

Afinal quanto é que custa o Investidor Prudente?

O preço de tabela são 385 € por ano, mas para si que está há bastante tempo a ler esta carta, o preço terá uma atenção especial.

Isto porque, ao ler até esta fase demonstrou que está realmente interessado nos investimentos em ações e que é uma pessoa paciente.

É exatamente a pessoa que procuramos servir no Investidor Prudente!

Por isso, para si que está aqui, neste momento, o preço da subscrição do Investidor Prudente não são os 70.000 €/ano que seria se contratasse um analista de ações a tempo inteiro, não são os 25.000 €/ano da Bloomberg e não são os 385 €/ano do preço de tabela.  

Eu disse que ia haver uma atenção especial.

São 297 €/ano com IVA incluído, o que dá menos de 25 € por mês.

Ou seja, com menos de 25 € por mês pode começar desde já a investir com o apoio do Investidor Prudente, obtendo mais confiança, segurança e potencialmente mais retorno nos seus investimentos em ações.

Atenção que não queremos que gaste mais de 2% do seu capital com serviços de aconselhamento como o Investidor Prudente, por isso só recomendamos que subscreva o serviço se for investir, ou se eventualmente planear investir, com pelo menos 15 mil € em ações.

Mas queremos que tenha bem a noção que o custo da subscrição do Investidor Prudente é fixo.

Ou seja, o preço da subscrição nunca sobe para quem mantém a sua subscrição ativa.

Isto significa que o custo se vai diluindo e tornando praticamente irrelevante ao longo do tempo.

Enquanto num fundo de investimento paga uma percentagem do capital investido, no Investidor Prudente paga um valor fixo.

Vejamos a diferença de custo do Investidor Prudente e de um fundo de investimento hipoteticamente com o mesmo retorno ao longo de 30 anos:

custos-investidor-prudente-vs-fundos-investimento

Nota: considerei que o investimento inicial no fundo de investimento era de 25 mil euros, que crescia à taxa média anual de 12% e que as comissões de gestão do fundo eram de 1,5% ao ano

Como a subscrição do Investidor Prudente tem um valor anual fixo, ao fim de 30 anos o seu custo será menos de um décimo do custo do fundo de investimento, que cobra uma percentagem do montante investido em cada momento.

E no Investidor Prudente vê a produção diária de análises, o esforço e dedicação que é posta ao seu serviço todos os dias.

No fundo de investimento não vê nada. Confia cegamente.

Eu à partida confio em toda a gente, mas aprecio que me vão apresentando trabalho e gosto de verificar!

Imagine-se a subscrever o Investidor Prudente e a ter acesso imediato às análises que justificam as 29 ações recomendadas.

Quando ler algumas dessas análises vai sentir uma solidez e segurança nos investimentos em ações que provavelmente nunca sentiu até aqui.

A sua perspectiva sobre como é que se analisa e valoriza uma ação vai mudar completamente.

Também vai receber automaticamente um email de boas-vindas e nos dois dias seguintes dois emails que o ajudarão a compreender a filosofia de investimento do Investidor Prudente e como este serviço irá ajudá-lo a obter mais confiança e melhores resultados no mercado de ações.

Passará a receber diariamente no seu e-mail, pelas 11:30, uma análise nova e fresca a uma empresa grande, cotada na Europa ou nos Estados Unidos.

E claro, no 1º dia útil de cada mês, receberá a Ação do Mês, que é aquela que, das centenas de ações já analisadas pelo Investidor Prudente, se posiciona como a mais atrativa para investimentos de longo prazo.

A análise que é publicada diariamente leva 5 a 6 horas a ser produzida, mas a sua leitura não lhe tomará mais de 10 minutos por dia.

E se não quiser não precisa de ler essas análises, porque no fundo são o trabalho de base, o trabalho de campo, para aquilo que verdadeiramente interessa, que é a Ação do Mês.

Essa análise também não demorará mais de 10 a 15 minutos a ler, por mês!

Isto significa que com muito pouco investimento em termos de tempo conseguirá beneficiar totalmente do serviço prestado no Investidor Prudente.

Em termos de dinheiro o custo do serviço também é baixo, porque queremos que seja apropriado para um número apreciável de investidores.

São os 297 € por ano mencionados anteriormente, o que dá menos de 25 € por mês, com IVA incluído.

Já decidiu então aderir ao Investidor Prudente?

Ótimo, já lhe explicamos como pode fazer isso…

Mas não hesite, esta oferta só estará disponível nos próximos:

Minutos
Segundos

Mas porque tenho de agir aqui e agora?

Os investidores em ações têm de ter a capacidade de agir, mesmo não estando 100% seguros, é isso que vai distinguir os que têm sucesso dos que não têm, e este é o primeiro teste.

Está disposto a dar este passo importante?

 

Para aderir agora mesmo ao Investidor Prudente clique no botão…

…preencha alguns dados e terá acesso imediato.

Muito obrigado e desejo-lhe ótimos investimentos com o apoio do Investidor Prudente!

Disclaimer

Esta publicação é para efeitos meramente informativos e educacionais e não deverá ser entendida como uma recomendação para comprar ou vender acções.

Se entender esta publicação como uma recomendação, tenha em conta que ela é generalista e poderá não ser adequada ao seu perfil de risco, que é único. A sua situação financeira individual não foi tida em consideração pelo Autor da análise, que desconhece o perfil de risco e objectivos de cada um Subscritores do Investidor Prudente.

Se necessitar de conselhos financeiros personalizados, procure sempre os serviços de um profissional devidamente credenciado e autorizado pela CMVM.

O Investidor Prudente e a sua Equipa não assumem qualquer responsabilidade por eventuais perdas ou ganhos resultantes da informação obtida nesta publicação.

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