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Investidor Prudente - melhores ações

Análises

A Western Digital tem um PER baixo?

Uma das concorrentes da Western Digital já foi analisada no Investidor Prudente e não servia para todos os investidores. Será que a Western Digital serve?

Actualização da lista de acções do Prudente

Antes do final do ano, ainda estive a actualizar alguns dados da lista completa de acções do Prudente, que constitui o meu radar – que inclui, por exemplo, a indicação da remuneração normalizada dos accionistas (total net payout). Deixo nesta análise algumas indicações importantes.

Bristol-Myers Squibb – dividendos desde 1933

A preço máximo que pagaria hoje por uma acção da centenária Bristol-Myers Squibb equivale ao “net payout yield” de 5,5%. Não há muitas empresas com yields destes, pois o mercado está caro, e muitas delas têm fundamentos deteriorados (seja pelo aumento do endividamento, prejuízos, baixas perspectivas de remuneração ao accionista, etc.).

Kraft Heinz… foi preciso chamar um português

Após o escândalo contabilístico de 2019, a Kraft Heinz parece estar a recuperar bem. Nesta análise, vou comparar o “yield-to-maturity” das obrigações de longo prazo da Kraft Heinz com o “dividend yield” das acções, para ver se o preço actual compensa o risco.

T-Mobile US: maquilhagem contabilística?

A empresa de telecomunicações americana T-Mobile tem uma excelente infra-estrutura e vai certamente fazer uma forte concorrência à Verizon e à AT&T, mas cuidado com as promessas de retorno que estão no papel e com a maquilhagem contabilística.

Charles Schwab e a corretagem sem comissões

Já fui cliente da Interactive Brokers (há 15 anos), já fui cliente da Thinkorswim (antes de ser comprada pela TD Ameritrade em 2009), mas nunca fui cliente da Charles Schwab (não aceitava clientes estrangeiros). A Schwab comprou agora a TD Ameritrade, e é hoje uma das maiores corretoras americanas.

Union Pacific Corporation, desde 1862

O “net payout yield” da Union Pacific oferece uma margem de segurança acima dos títulos de dívida da companhia, mas estabelecer um preço de compra e (principalmente) de venda é sempre complicado. Vou sugerir nesta análise algumas abordagens possíveis.

Morgan Stanley – um ano de E*TRADE

A aquisição da E*TRADE pelo Morgan Stanley vai certamente ajudá-lo a liderar o seu segmento de negócio, mas o investimento sacrificou a participação dos accionistas. Apesar dos riscos pandémicos, os “bancões” estão em condições de crescer nos próximos anos. O problema são as valorizações actuais.

NextEra Energy e a energia da nova era

Como ensina Benjamin Graham em Security Analysis, a tendência de crescimento dos lucros «deve ser levada em consideração, mas não por uma mera projecção automática da linha de crescimento para o futuro distante». Antes, é necessário ponderar sobre os factores de crescimento. Os da NextEra parecem fazer sentido.

Intuit e o “moat” dos programas de gestão

A Intuit comprou recentemente o serviço de email “Mailchimp”, mas o seu portefólio de software estende-se a outros segmentos – contabilidade, fiscalidade, pagamentos, etc. Com um crescimento superior a 25% e um PER de 85x, qual será o valor intrínseco da empresa?

A LVMH é um excelente investimento, mas…

Para mim, a análise do crescimento é importante, mas esse é um factor meramente qualitativo (não faço projecções). A razão está explicada no ebook que está prestes a sair. Ao free cash flow médio por acção de €12 (dos últimos 5 anos), eu não pagaria mais do que €300 pelas acções da LVMH.

Aflac, uma seguradora marqueteira

A Aflac é uma seguradora que actua no ramo “vida”. A pandemia passou, a acção caiu mais de 50%, o lucro continuou a aumentar e os accionistas foram remunerados com os valores mais altos da história da companhia, cujos dividendos crescem há 39 anos consecutivos.

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