A “Acção (subliminar) do Mês”

Desde já, muito obrigado a todos!

Logo nas primeiras horas, recebemos mais de 40 subscritores, a maioria do plano «Conhecedor», que aproveitaram os descontos de lançamento. E não têm parado de crescer…

Este lançamento bem-sucedido permitirá financiar parcialmente o serviço para depois crescer nos próximos anos.

Acção do Mês + Lista Trimestral

Como já foi dito no artigo anterior…

Investidor Prudente – o Serviço

… os subscritores receberão a indicação das melhores empresas para investimento a longo prazo, em termos de qualidade/preço, dividida em 2 elementos:

  • Acção do Mês 
  • Lista Trimestral

A “Acção do Mês” será a melhor acção para investimento a longo prazo, de todo o conjunto de análises publicadas no Prudente (que irá sempre aumentar). Ela pode ser uma das empresas analisadas durante o último mês ou nos meses passados, caso tenha caído de preço, e terá a indicação do nível de preço de compra e de venda. A “Lista Trimestral” é constituída por 10 empresas que, tal como a “Acção do Mês”, preenchem os critérios de qualidade/preço. A lista irá incluir a “Acção do Mês” actual e poderá incluir a “Acção do Mês” dos meses passados, dependendo das condições de mercado (por exemplo, a “Acção do Mês” de há 3 meses pode já ter subido demasiado, não cumprindo com os requisitos do preço, apesar da qualidade se manter; nesse caso, não iria estar incorporada na Lista Trimestral). Mas os subscritores poderão perguntar-se «para que serve essa lista?». A Lista Trimestral tem várias funções; vou elencar algumas delas, de forma não exaustiva:

  1. Como a Acção do Mês é qualificada em função de critérios subjectivos, além dos objectivos (ou quantitativos, como tamanho adequado, lucratividade, endividamento, etc.), os investidores podem não sentir-se confortáveis com essa recomendação (que é generalista e não considera a situação particular dos investidores). Para esses, haverá 10 alternativas publicadas de 3 em 3 meses (a tal “Lista Trimestral”).
  2. A “Acção do Mês” de Janeiro pode continuar barata por muito tempo, levando alguns investidores a comprar essa acção ao longo dos meses. A lista trimestral pode ajudá-los a comparar essa acção indicada em Janeiro com outras igualmente atractivas. Se a essa acção permanecer na lista, os investidores podem ter interesse em comprá-la, apesar de outra “Acção do Mês” ter sido sugerida em Fevereiro, Março, etc. Se a acção sair da Lista Trimestral, o investidor dessa acção pode (ou não) querer alocar as suas poupanças mensais noutra empresa.
  3. Os investidores podem sentir necessidade de rebalancear o seu portefólio em função da Lista Trimestral. Por exemplo, um investidor que decida ter 10 ou 20 empresas em carteira, pode sentir necessidade de as rebalancear de forma trimestral, substituído as suas empresas de acordo com as listas publicadas.

Isto exigirá dos investidores uma atitude: a de definir a sua própria estratégia de investimento (quantas acções deter em carteira, quanto dinheiro manter em caixa, etc.). Talvez seja mais fácil dar 2 exemplos que podem esclarecer esta explicação e complementar as indicações descritas no Manual do Investidor Prudente em Acções:

Exemplo 1:

O João e a sua esposa recebem salários de €5000 por mês e decidem poupar 10% para investir em acções (€500). Todos os meses, o João compra a “Acção do Mês” com esses €500. Há meses em que a “Acção do Mês” indicada o deixa desconfortável; então, ele continua a comprar a “Acção do Mês” anterior. O João só quer ter 12 empresas em carteira. Por isso, passado 1 ano, descobre que há uma acção que subiu demasiado, tendo ficado sobreavaliada, de acordo com a análise publicada no Prudente. Outra acção endividou-se demasiado (perdeu fundamentos), de acordo com a última análise publicada no Prudente. O João decide então vender essas duas acções, procurando na Lista Trimestral outras duas que as possam substituir.

Exemplo 2:

O José ganha bem e já costumava comprar uma ou outra “Acção do Mês” com 15% do seu salário. Ele é um holder que não gosta de vender as suas empresas favoritas (Apple, Coca-Cola, McDonald’s, Adobe, etc.); mas há outras sobre as quais tem dúvidas, preferindo avaliá-las uma vez por ano. Então, passado um ano, decide levar 9 empresas à revisão, das 20 que possui. Além disso, recebeu uma herança de €300.000 do tio falecido. Como é muito conservador, procura manter 60% do dinheiro em certificados de aforro e 40% em acções. Dos €300.000 que recebeu, decide alocar €120.000 em acções, procurando na Lista Trimestral possíveis oportunidades de investimento.

Talvez se identifiquem com um ou outro caso. Depois posso dar mais exemplos. Se desejarem, descrevam nos comentários um caso concreto para que eu possa usá-lo em abstracto.

Metodologia

Tal como declarei no artigo já mencionado, em «Comece pela letra “A”» e «O processo de escolha», o Investidor Prudente irá procurar analisar todas as empresas de grande capitalização cotadas na Bolsa americana (sejam acções americanas ou ADR’s; se estiverem nas pink sheets, como a Nestlé e a Swatch, será indicada a melhor Bolsa europeia). Todas as empresas serão julgadas e as ovelhas serão separadas dos bodes. As boas empresas vão ser mantidas na mira do nosso radar e as más ou preguiçosas eliminadas. Entre as boas empresas (as lucrativas, eficientes e com balanços equilibrados), serão escolhidas as melhores. Há certamente empresas muito desvalorizadas entre as “más” blue chips, mas o que queremos é uma “Acção do Mês” e uma “Lista Trimestral” de empresas baratas e de qualidade. Exemplo disso foi a Kroger, publicada no dia 15 de Junho de 2021…

Kroger, uma pérola no oceano

… que seria, provavelmente, a Acção do Mês de Julho (como se vê pelo título subliminar). Desde o dia da publicação, a acção subiu mais de 20%:

A "Acção (subliminar) do Mês" 1 | Investidor Prudente

… e, apesar de já não estar com um grande desconto, empresa mantém os seus fundamentos crescentes:

A "Acção (subliminar) do Mês" 2 | Investidor Prudente

Acima de $52 eu recomendaria não comprar – uns investidores podem decidir manter até que haja perda de fundamentos, outros podem querer vender acima de $52, se houver alguma empresa de igual qualidade e mais barata. A “Acção do Mês” e a “Lista Trimestral” darão aos investidores essas alternativas.

Prevendo o Mercado

Estaria a especular se dissesse que a “Acção do Mês” vai subir nas próximas semanas ou meses. Eu não faço ideia o que o mercado vai fazer amanhã, no próximo mês ou no próximo ano (não adianta perguntarem-me se esta ou aquela acção vai subir), mas acredito que a coerência interna da escolha de boas empresas, cotadas a bons preços, cumprindo o mote do Investidor Prudente, possa levar a resultados favoráveis. Warren Buffett pensa assim e eu não penso diferente:

A "Acção (subliminar) do Mês" 3 | Investidor Prudente

Data das Publicações

Iremos lançar a publicação no primeiro dia do mês:

  • Acção do Mês: no primeiro dia de cada mês
  • Lista Trimestral: em Janeiro, Abril, Julho e Outubro, no primeiro dia do mês

Preço vs Valor

Em relação ao mercado de acções, Warren Buffett costuma dizer que…

A "Acção (subliminar) do Mês" 4 | Investidor Prudente

… algo que pode ser transposto para a realidade deste serviço.

O Prudente e o BoS partilham as mesmas ferramentas de informação. Estas custam milhares de euros por ano (como a Refinitiv da Reuters, entre outras) e absorvem muito tempo de trabalho. Há muito que sabemos da existência de excelentes analistas entre os subscritores, mas que não têm tempo para analisar tantas empresas. O nosso trabalho permite-lhes encurtar o tempo de análise e focar no essencial. Aliás, é isso que os subscritores compram – TEMPO, a um preço muito baixo. A leitura (ainda que inspeccional) de centenas de páginas diárias de relatórios, mais de 80 horas de análise por mês, a produção de todo o conteúdo, com relatórios resumidos das análises, a formação contínua do analista (os livros, as palestras…), etc. Qual o valor de tudo isso?

Há instituições que demoram meses a analisar uma só empresa, na qual colocam grandes montantes de capital, mas há outras que não. Ainda hoje estive a falar com uma pessoa que trabalhou num banco de investimento que pouco ou nada fazia em termos de análise de empresas (muitas destas companhias limitam-se a seguir modelos quantitativos ou a copiar o trabalho dos outros; quem sabe alguns deles não possam tornar-se nossos clientes). Além disso, os clientes do banco não podiam acompanhar o trabalho de research. E, no final, levavam com uma comissão de 2% ao ano (muitos cobram também comissões de performance).

Comissões

Qualquer bom serviço merece ser pago, assim como o bom trabalhador merece o seu salário. Os fundos de investimento levam, normalmente, comissões percentuais. Já os serviços de research cobram, normalmente, subscrições monetárias. À medida que o capital do investidor cresce, faz sentido optar por pagar o serviço de investimento numa base monetária, não percentual. Veja-se o exemplo de um investidor cujo capital investido cresceu de €10.000 para €50.000, devido aos reforços mensais e à rentabilidade das acções, que pondera pagar 2% ou €500 ao ano:

  • Numa base percentual (2%/ano):
    • €10.000 x 2% =  €200 ao ano
    • €50.000 x 2% = €1.000 ao ano
  • Numa base monetária (€500/ano):
    • €500 : €10.000 = 5% ao ano
    • €500 : €50.000 = 1% ao ano

Neste caso, pagar 2% ao ano compensa para investidores com menos de €25.000, mas acima de €25.000 compensa pagar €500 por ano.

Os planos do Investidor Prudente têm custos bem menores do que esses. Iremos mantê-los fixos ao longo de muito tempo. Conheça-os:

Investidor

25 /mês
  • Acesso a:
  • Indicação da Acção do Mês
  • Lista Trimestral – as 10 melhores acções do momento
  • Análises a Acções
  • Acesso a vários utilizadores

Conhecedor

35 /mês
  • Acesso a:
  • Indicação da Acção do Mês
  • Lista Trimestral – as 10 melhores acções do momento
  • Análises a Acções
  • Acesso a vários utilizadores
Popular

Institucional

4000 /ano
  • Acesso a:
  • Indicação da Acção do Mês
  • Lista Trimestral – as 10 melhores acções do momento
  • Análises a Acções
  • Acesso a 5 utilizadores

Disclaimer

Esta publicação é para efeitos meramente informativos e educacionais e não deverá ser entendida como uma recomendação para comprar ou vender acções.

Se entender esta publicação como uma recomendação, tenha em conta que ela é generalista e poderá não ser adequada ao seu perfil de risco, que é único. A sua situação financeira individual não foi tida em consideração pelo Autor da análise, que desconhece o perfil de risco e objectivos de cada um Subscritores do Investidor Prudente.

Se necessitar de conselhos financeiros personalizados, procure sempre os serviços de um profissional devidamente credenciado e autorizado pela CMVM.

O Investidor Prudente e a sua Equipa não assumem qualquer responsabilidade por eventuais perdas ou ganhos resultantes da informação obtida nesta publicação.

Esta publicação é propriedade intelectual de BBTOP20 – Produção de Conteúdos, Lda e destinada apenas aos Subscritores do site Investidor Prudente. As informações e opiniões contidas nesta publicação são confidenciais. É proibida a sua transmissão ou difusão, em todo ou em parte, sem autorização expressa.

Consulte o Disclaimer completo do Investidor Prudente.

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